Quando não for possível descrever imagens ou equações, elas serão incluídas nesta página.

 

 

 \textbf{NBR 14653-2:2019. Avaliação de bens} \\ \textbf{Parte 2. Imóveis urbanos} \\ \textbf{8.2.4 Método evolutivo} \\  A composição do valor total do imóvel avaliando pode ser obtida através da conjugação de métodos a partir do valor do terreno, considerados o custo de reprodução das benfeitorias devidamente depreciada e o fator de comercialização, ou seja:  \begin{tabular}{lll} \\  & VI &  = (VT + CB) \cdot FC \\  onde & & \\  & VI &  é o valor do imóvel; \\  & VT & é o valor do terreno; \\  & CB & é o custo de reedição da benfeitoria; \\  & FC & é o fator de comercialização.  \end{tabular}  A aplicação do método evolutivo exige que: \\  a) o valor do terreno seja determinado pelo método comparativo de dados de mercado ou, na impossibilidade deste, pelo método involutivo; \\  b) as benfeitorias sejam apropriadas pelo método comparativo de custo ou pelo método da quantificação de custo; \\  c) o fator de comercialização seja levado em conta, admitindo-se que pode ser maior ou menor do que a unidade, em função da conjuntura do mercado na época da avaliação. \\

 

 

 \textbf{NBR 14653-2:2019. Avaliação de bens} \\ \textbf{Parte 2. Imóveis urbanos} \\ \textbf{8.3.1.1.2 Cálculo da área equivalente de contrução} \\  A área equivalente de construção deve ser calculada de acordo com a seguinte fórmula, em consonância com o previsto na ABNT NBR 12721 para os casos de prédios em condomínio:

     \begin{document} \[ S} = Ap + \sum_{i}^{n} \left ( Aq_{i} \cdot P_i \right )  \]   \end{document}

  \begin{tabular}{lll}  onde & &  \\  & \textsl{S} & é a área equivalente de construção; \\  & \textsl{Ap} & é a área construída padrão; \\  & \textsl{Aq}_i & é a área construída de padrão diferente; \\  & \textsl{P}_i & é o percentual correspondente à razão entre o custo estimado da área de \\  & & padrão diferente e a área padrão, de acordo com os limites estabelecidos na \\  & & ABNT NBR 12721. \\  \end{tabular}

 

 

 \textbf{NBR 14653-2:2019. Avaliação de bens} \\ \textbf{Parte 2. Imóveis urbanos} \\ \textbf{8.3.1.1.3 Estimação do custo de construção} \\  Para a estimação do custo de construção pode-se aplicar o modelo a seguir:

  C = \left [   CUB + \dfrac{OE + OI + (OFe - OFd )}{S}   \right ] (1+ A) (1+F) (1 + L)

  \begin{tabular}{lll}  onde & &  \\  & \textsl{C} & é o custo unitário de construção por metro quadrado de área equivalente de construção; \\  & \textsl{CUB} & é o custo unitário básico; \\  & \textsl{OE} & é o orçamento de elevadores; \\  & \textsl{OI} & é o orçamento de instalações especiais e outras, tais como geradores, sistemas de proteção \\  & & contra incêndio, centrais de gás, interfones, antenas, coletivas, urbanização, projetos etc.; \\  & \textsl{OFe} & é o orçamento de fundações especiais; \\  & \textsl{OFd} & é o orçamento de fundações diretas; \\  & \textsl{S} & é a área equivalente de construção, de acordo com a ABNT NBR 12721; \\  & \textsl{A} & é a taxa de administração da obra; \\  & \textsl{F} & é o percentual relativo aos custos financeiros durante o período da construção; \\  & \textsl{L} & é o percentual correspondente ao lucro ou remuneração da construtora. \\  \end{tabular}

 

     \textbf{NBR 14653-2:2019. Avaliação de bens} \\  \textbf{Parte 2. Imóveis urbanos} \\  \textbf{Anexo A} \\  \textbf{A.2 Pressupostos básicos} \\  [...]  a) para evitar a micronumerosidade, o número mínimo de dados efetivamente utilizados (n) no modelo deve obedecer aos seguintes critérios, com respeito ao número de variáveis independentes (k): \\  n \ge 3 (k + 1) \\  para n \le 30, n_i \ge 3 \\  para 30 $<$  n \le 100, n_i \ge 10% n \\  \begin{document}  para n $>$ que 100, n_i \ge 10  \end{document}  \\  ‎